Feridas nos pés em pessoas com diabetes podem evoluir rápido, aumentando o risco de infecções graves e até de amputações. Nesses casos, a oxigenoterapia hiperbárica (OHB) é uma grande aliada no tratamento.
Ao respirar Oxigênio a a pressão acima da pressão atmosférica, a OHB eleva significativamente a quantidade de oxigênio disponível para os tecidos, algo especialmente importante em áreas onde a circulação está comprometida.
Assim, a terapia atua para melhorar a oxigenação da área afetada através da biossolubilidade do O2 ligado a proteínas plasmáticas, o que é crucial para o processo de melhora do trofismo tecidual das áreas, delimitando as áreas viáveis e inviáveis comprometidas e otimizar o processo de cicatrização.
Como funciona as câmaras hiperbáricas?
Câmara multipaciente
- de maior porte
- capacidade para várias pessoas simultaneamente
- pressurizada com ar comprimido
Na câmara multipacientes admite-se mais de um paciente por sessão, planejando-se em grupos homogêneos de tratamento, que serão instalados em leitos tipo maca ou tipo poltronas confortáveis.
A assistência interna na câmara é feita por um Técnico de Enfermagem e poderá ter a intervenção emergencial de um Enfermeiro e/ou Médico Hiperbaricista.
Este formato do equipamento é indicado para tratamento das Emergências Hiperbáricas.
Câmara monopaciente
- permite a acomodação de um paciente
- pressurizada diretamente com oxigênio
- equipamento médico estanque, com paredes rígidas, destinados à administração de O2 puro, com o paciente inalando o gás em ambiente pressurizado acima de 01
Na câmara monopaciente, admite-se uma pessoa por sessão de tratamento, que ficará deitada no interior do equipamento.
A indicação para o tratamento neste equipamento fica atrelada a patologia condicionada para o tratamento, devendo ser realizada sob supervisão de um médico.